19/03/2011

Promoção da Saúde - Elos da Saúde



"PELA PROMOÇÃO DA SAÚDE NO RIO DE JANEIRO"

Elos da Saúde é um canal para a articulação de setores e iniciativas da sociedade para a promoção da saúde no município do Rio de Janeiro. Coordenado pela Superintendência de Promoção da Saúde da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC-RJ), este espaço tem a missão de registrar, compartilhar e divulgar iniciativas e experiências favoráveis à saúde, promovidas pelas redes pública e privada, instituições de ensino e pesquisa, organizações da sociedade e civil e a população em geral.


Participe!
Clique aqui para acessar o Blog Elos da Saúde
Elos da Saúde
twitter.com/elosdasaude
Flickr Elos da Saúde (Imagens dos belos Postais de Promoção da Saúde)

17/03/2011

SUBPAV no Portal da OTICS

Divulgando

SUBPAV no Portal da OTICS

As áreas técnicas da Subsecretaria de Atenção Primária, Vigilância e Promoção da Saúde (SUBPAV) iniciarão a postagem no Portal OTICS-RIO em fevereiro de 2011.


A partir de fevereiro de 2011, as superintendências de atenção primária, de promoção da saúde e de vigilância em saúde terão espaços específicos dentro do Portal OTICS-RIO no grupo "SUBPAV" para postar noticias e informes de suas áreas técnicas. Cada Superintendência terá uma pessoa responsável por estas postagens que deverão ser aprovadas pelo responsável da área antes de publicação no Portal. Ao longo de 2011, novas funcionalidades serão implementadas e com o apoio da Rede de Estações OTICS-RIO diversas Oficinas serão desenvolvidas para divulgação do Portal.

Nessa abertura dos trabalhos estamos postando a versão final da Agenda - SUBPAV 2011 finalizada em 04 de janeiro de 2011 (mais detalhes ver AQUI)

Confira aqui SUBPAV no Portal da OTICS (http://www.otics.org/rio/subpav/)



Hepatites - Protocolo de Regulação

NIR da CAP 3.1 Divulga Protocolo de Hepatites
para vagas da Central de Regulação do Município do Rio


Estamos repassando os Protocolos de Regulação de Hepatite para ciência e divulgação entre Profissionais de Saúde e Núcleos Internos de Regulação (NIR) da unidades s.











Contatos da Central de Regulação da SMSDC Rio.
3111-2859
3111-2860
3111-2865


CONTATOS DO NIR DA CAP 3.1

E-mails: luciane.tavares@smsdc.rio.rj.gov.br; elizabete.carvalho@smsdc.rio.rj.gov.br
Telefones Gerais da CAP 3.1 3868-3770/3887-4670-3887-4693 Ramais 221/222
Telefone Direto: 3867-0580

Acolhimento e Humanização na AP 3.1

Construindo o Acolhimento na AP 3.1


A organização do Acolhimento aos usuários do SUS está sendo importante para a reflexão/discussão do papel das unidades da SMSDC Rio, principalmente quanto aos seus fluxos e processos de trabalho. A CAP 3.1 tem o compromisso junto aos Gerentes e Diretores das unidades de garantir o acesso ao usuário do SUS a sua Rede de Serviços conforme preconiza os princípios da humanização.

"A proposta do acolhimento, articulada com outras propostas de mudança no processo de trabalho e gestão dos serviços (co-gestão, ambiência,clínica ampliada, programa de formação em saúde do trabalhador, direitos dos usuários e ações coletivas) é um dos recursos importantes para a humanização dos serviços de saúde. É preciso não restringir o conceito de acolhimento ao problema da recepção da demanda espontânea”, tratando-o como próprio a um regime de afetabilidade (aberto a alterações), como algo que qualifica uma relação e é, portanto,passível de ser apreendido e trabalhado em todo e qualquer encontro e não apenas numa condição particular de encontro, que é aquele que se dá na recepção. O acolhimento na porta de entrada só ganha sentido se o entendermos como uma passagem para o acolhimento nos processos de produção de saúde."
Cartilha da PNH  Acolhimento nas Práticas de Produção de Saúde - MS pág 16 

Carla Abreu, Apoiadora da CAP 3.1 
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Instrutivo para Apoiadores (e-mail de 7/02/2011),

1) Segue endereço para baixar o material referente a organização do Acolhimento (http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/pub_destaques.php)

2) O Caderno de Atenção Primária é uma referência-chave, tal como Cartilha de Acolhimento com Classificação de Risco do MS.

Apenas ressalto que no município vamos trabalhar com 04 níveis de prioridade clínica e não 05 como indica o Cadeno de Atenção Pimária,mas vamos manter o Protocolo de Manchester como orientador, adaptado à nossa realidade, como em muitos estados e municípios. Do ponto de vista técnico já se trabalha com essa adaptação (ver cartilhas do Ministério e outros) e além disso as UPA e Hospitais adotaram 04 níveis de prioridade, de modo que precisamos integrar as ferramentas. O Caderno é muito bom e os Protocolos por Linhas de Cuidado em processo de atualização pela Coordenação de Linhas de Cuidado da SMSDC estão baseados também no protocolo de Manchester.

3) A Carteira de Serviço deve repercutir no Plano (Ex. Material necessário para o Acolhimento com Classifcação de Risco = "MALETA" está na Carteira todos os ítens) 

4) Instrumentos (clique para baixar os arquivos):


5) Gostaria de receber na nossa reunião de Março (21/03) os dados compilados, resultado da Ficha de Gerenciamento do Acolhimento. É para serem lançados em excel, buscando gerar os cálculos.

6) Duas ferramentas são potentes: A classificação de Risco e Vulnerabildade e o Posso Ajudar (estou batalhando recursos para o Posso Ajudar e a matriz para o treinamento)

7) Peço que discutam a questão da Agenda de Atendimento ainda com foco na demanda espontânea (...). O pagamento por Performance diz que o mínimo é de 40% para demanda espontânea e 60% para programada (consultas médicas e de enfermagem). Lembrando que,para além da consulta, o Acolhimento é um atendimento e temos muitos problemas no acesso ao Acolhimento.(...)

Patrícia Albuquerque
Coordenação de Linhas de Cuidado da SMSDC 
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Contatos

Apoiadora da CAP 3.1 
Carla Abreu
Tel: 7135-8281
E-mail: carlalabreu@yahoo.com.br


Educação Permanente
3868-3770/3887-4670/3887-4693 Ramal 223




12/03/2011

Atribuições das equipes de saúde no Programa Bolsa Família na Saúde

Programa Bolsa Família na Saúde
Atribuições das equipes de saúde


O Programa Bolsa Família (PBF) é um programa federal de transferência direta de renda a famílias em situação de pobreza e vulnerabilidade social.
• O recebimento da renda é vinculado ao cumprimento de compromissos das famílias com as agendas da educação e da saúde com finalidade de promover o acesso das famílias aos direitos sociais básicos e a ruptura do ciclo intergeracional da pobreza.
• A oferta e o acompanhamento da saúde das famílias têm como objetivo reforçar o direito de acesso à política universal de saúde visando a melhoria das condições de vida.
• As famílias do PBF com crianças de 0 a 7 anos e mulheres com idade entre 14 a 44 anos devem ser acompanhadas por uma Equipe de Saúde da Família ou pela Unidade Básica de Saúde de mais fácil acesso pela família.
• Para o Ministério da Saúde, o acompanhamento dos beneficiários vai além do envio de informações de saúde para que as famílias continuem recebendo o benefício. As equipes de Saúde da Família, em especial o Agente Comunitário de Saúde (ACS), são importantes na pro¬moção à Saúde da Criança e à Saúde da Mulher, pois estimulam e ori¬entam as famílias a realizarem ações de melhoria à sua saúde. As ações de saúde no PBF são:
- O pré-natal das gestantes: As gestantes devem ser orientadas quanto à importância para sua saúde e saúde do bebê a realização de, no mínimo, seis consultas de pré-natal, sendo, preferencialmente, uma no primeiro trimestre, duas no segundo trimestre e três no terceiro trimestre da gestação.
No acompanhamento das gestantes, deve-se realizar avaliação do estado nutricional da gestante e monitoramento por meio do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN). Para verificar o estado nutricional da gestante, deve-se pesá-la e medir sua altura para calcular o Índice de Massa Corporal (IMC) dividindo o peso pelo quadrado da altura. No Gráfico de Acompanhamento Nutricional da Gestante cruzar o IMC para a semana gestacional em que ela se encontra. Se a gestante estiver com baixo peso, sobrepeso ou obesidade, orientações quanto a uma alimentação saudável devem ser realizadas.
- O retorno para a consulta após o parto: após o parto devem ser abordados assuntos sobre importância da amamentação e alimentação saudável, investigada a depressão pós-parto e alterações emocionais. Além disso, deve-se investigar sintomas relacionados ao pós-parto e à amamentação (dores, febre, fissuras nos mamilos, mama endurecida).
- A orientação alimentar: na gestação e no pós-parto, as mulheres devem participar de atividades educativas promovidas pelas equipes de saúde que valorizem a alimentação saudável, o aleitamento materno exclusivo ate o sexto mês e a introdução oportuna de alimentos complementares ao leite materno;
- Monitoramento do crescimento e desenvolvimento das crianças: acompanhar crescimento e desenvolvimento significa verificar o peso e a altura das crianças. Com esses valores, o profissional de saúde deve verificar o estado nutricional das crianças por meio dos gráficos de Peso por Idade e a Altura por Idade, que estão no Cartão da Criança. Quando a criança encontra-se em situações de risco nutricional (muito baixo peso, baixo peso, peso elevado, muito baixa estatura e baixa estatura), o responsável deve ser orientado quanto aos hábitos de uma alimentação saudável ou a criança deve ser encaminhada à consulta com nutricionista, médico ou enfermeiro.
- Monitoramento da vacinação infantil: o profissional de saúde deve verificar no Cartão da Criança se a vacinação infantil está de acordo com o preconizado pelo Ministério da Saúde. Se não estiver, deve-se orientar o responsável sobre a importância da vacinação e encaminhar a criança para realizar as imunizações pendentes.
• O acompanhamento semestral das famílias possibilita a ação resolutiva sobre a saúde e garante a atuação comprometida e cidadã das equipes com a progressiva melhoria das condições de vida destas famílias e o alcance dos principais objetivos de desenvolvimento do milênio.
• As contribuições importantes dos ACS para o PBF na saúde compreendem, portanto, orientação às famílias beneficiárias sobre diversos aspectos de saúde e registro nos Mapa de Acompanhamento das in¬formações das condicionalidades da saúde juntamente com a equipe de saúde. Nesta atividade, o ACS também tem um papel fundamental. O acompanhamento é uma tarefa muito gratificante para o agente, pois, é o momento em que se observam os resultados das ações de toda a equipe de saúde sobre a sua comunidade.
• A relação das famílias do PBF de seu município a serem acompanhadas pela saúde durante o primeiro semestre de 2011, já esta disponível. Contate a Secretaria Municipal de Saúde e ou saiba mais acessando:http://nutricao.saude.gov.br/acao_bolsafamilia.php.


Matéria publicada no Site: http://nutricao.saude.gov.br/atribuicoesEquipesPbf.php

Entre no Site do Programa Bolsa Família:


Contatos na CAP 3.1 sobre o Bolsa Família:
Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS)
3868-3770/3887-4670/3887-4693 Ramais 219/220
Linha Direta 3105-3845