Mostrando postagens com marcador Humanização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Humanização. Mostrar todas as postagens

12/04/2011

Vídeo e Cartilha sobre SUS contado em Cordel

Humanização
Assista o vídeo, que mostra, de forma musicada e divertida, a importância da participação do usuário na construção do SUS.
Vídeo com a cantora Jussara Silveira e os músicos Chico Oliveira e Tiago da Serrinha. Produzido pelo Humanizasus.


Publicações sobre Humanização na BVS: clique aqui
Contatos sobre Acolhimento e Humanização na CAP 3.1
Apoiadora da CAP 3.1
Carla Abreu
Tel: 7135-8281
E-mail: carlalabreu@yahoo.com.br

Educação Permanente
3868-3770/3887-4670/3887-4693 Ramal 223

11/04/2011

Bairros e Contatos por CAP

Para gestores e profissionais dos Núcleos Internos de Regulação (NIR) e Acolhimento das unidades
A relação de bairros em ordem alfabética é uma ferramenta simples, porém eficiente na busca de bairros e suas CAP (Coordenadorias de Saúde de Áreas de Planejamento) de referência.

Formato PDF: clique aqui

Contatos das Coordenadorias de Saúde por AP:
Formato PDF: clique aqui

07/04/2011

Colegiado Gestor na AP 3.1

Pondo em prática
Edna, Vera, Simone, Daiana e Ana Laura na
Oficina de Formação para Colegiado de Gestão (05/04/2011)
O Colegiado Gestor é uma estratégia que a SMSDC vem utilizando como ferramenta de gestão, visando a construção de um ambiente organizacional que incentiva os profissionais de saúde a agirem como facilitadores na criação de alternativas de ações inovadoras, visando a melhoria na qualidade do serviço prestado.

Iniciaremos o processo de implantação do Colegiado Gestor em três unidades que serão piloto na AP 3.1. São elas: CMS Gustavo Capanema, CMS Rodrigo Roig e CMS Madre Teresa de Calcutá. Temos até 30 de julho para implantação.

O dia 12 de abril (terça-feira) às 14h é a data que o grupo escolheu para discutir o assunto e realizar o cronograma de atividades. Ana Caroline da Coordenação de Saúde da Família será nossa referência no nível central para tratar desse assunto.

Equipe envolvida na implantação do Colegiado Gestor na AP 3.1
Simone Brandão - Ouvidoria da CAP 3.1 (simone.brandao@bol.com.br)
Edna Ferreira Santos  - DVS da CAP 3.1 (assunta13@uol.com.br)
Ana Laura - OSS Viva Comunidade (analaura@vivacomunidade.org.br)
Daiana - OSS Viva Comunidade (daianaalbino@vivacomunidade.org.br)
Ana Caroline (Nível Central/Coordenação de Saúde da Família)

Unidades e profissionais que começarão as experiências pilotos em seu território:
CMS Gustavo Capanema - Gerente Vera quintela
CMS Madre teresa - Gerente Márcia Mattos
CMS Rodrigo Roig - Gerente Ana Catarina

Outras unidades podem aderir a proposta. Basta contactar a  equipe de implantação para que sejam incluídas no cronograma de implantação. O objetivo é que todo o território da AP 3.1 tenha Colegiado Gestor em suas unidades.
.........................
Conheçam a apresentação da proposta de implantação:clique aqui 
..................................
A Rede HumanizaSUS discute o assunto:

02/04/2011

Globo Repórter de 01/04/2011

Acolhimento/Humanização/SUS
Globo Repórter desta sexta, dia 01/04/2011, abordou o tema Saúde no Brasil
Postagem sugerida por Karla Maciel
"O Globo Repórter desta sexta-feira (1) não tem a pretensão de fazer a radiografia da saúde pública do país, mas revela a dramática rotina dos hospitais e postos de saúde e o pedido de socorro de brasileiros que se sentem abandonados.
Alguns querem esconder a realidade, mas boa parte da população quer denunciar. Ultrapassamos o cerco em torno de emergências, hospitais e postos de saúde para ver e ouvir brasileiros que precisam de ajuda. São pessoas que se desesperam.
Quem sofre um acidente, quem está passando mal, tem pressa. Quem está doente, precisa de cuidados. E cerca de 80% dos brasileiros nessas situações só podem contar com o SUS. Por isso, a rapidez e a qualidade da saúde pública no Brasil podem fazer a diferença entre o alívio e o sofrimento, entre a vida e a morte. Podem também revelar de maneira dramática as grandes diferenças que ainda existem entre os mais ricos e os mais pobres."

Dez reportagens: 9 experiências negativas, apenas 1 positiva


Mãe assiste à filha morrer por falta de vaga em CTI infantil no Pará
Na maior emergência do Pará, não há pediatra na enfermaria infantil. Começa, então, uma mobilização para improvisar UTI para Ruth. Mas a menina morreu minutos após ser levada para o leito improvisado.

Médico se atrasa e culpa doentes por caos nas emergências em Belém
Na troca do plantão, a emergência do pronto socorro do Hospital Abelardo Santos ficou sem médico. Quando chega, Dennys Ranieri diz que ficou preso no trânsito e afirma que os pacientes atrapalham o atendimento.

Criança toma soro em pé no hospital de Águas Lindas, em Goiás
São quase nove horas de espera até chegar à sala do médico. Na hora da consulta, o médico faz o atendimento em menos de dois minutos. Dá uma espiada na garganta da paciente e receita uma injeção de antibiótico.

Hospital de Taguatinga tem mais de 90 pacientes na enfermaria
A insistência da equipe de reportagem em entrar causou constrangimento. Parte do hospital está em reforma, e os pacientes se apertam na emergência. Há remanejados pelos corredores, em macas e bancos.

Hospital e policlínicas entram em reforma ao mesmo tempo no MA
Doentes do interior não param de chegar à capital. Nos corredores lotados, está a angústia de quem espera por cirurgias, por exames e por um leito. As refeições são servidas em um copo de plástico.


Médica trabalharia 241 horas por semana no interior de São Paulo
Segundo o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, Maria Cristina Petrini trabalharia 241 horas por semana. Seria uma semana de 10 dias. Ela também tem quatro empregos públicos, o que é proibido por lei.

Região de Brasília tem hospitais inacabados que estão abandonados
O esqueleto de Santo Antônio do Descoberto chama a atenção pelo tamanho. Ele mede o mesmo que dois quarteirões. Em dez anos, o hospital recebeu verba federal, estadual e municipal, mas não ficou pronto.


Médicos do Programa de Saúde da Família não cumprem 40 horas semanais
Para receber dinheiro público, é preciso ter serviço de saúde funcionando de acordo. A justificativa dos médicos não muda: a maior parte deles acha que ganha pouco para cumprir a jornada de oito horas por dia.


Segundo os médicos que atenderam Fernanda no Hospital Vila Penteado, ela tinha apenas uma enxaqueca. Mas, na Santa Casa, o chefe da equipe que tentou salvar a vida da jovem diz que a demora foi uma inimiga.

"Mas há no Brasil exemplos de quem não desistiu de fazer o certo. "
Na comunidade de Nova Embratel, na zona sul da capital gaúcha, médico, enfermeiros e agentes fazem mais que cumprir direitinho seus horários no Posto do Programa de Saúde da Família.

17/03/2011

Acolhimento e Humanização na AP 3.1

Construindo o Acolhimento na AP 3.1


A organização do Acolhimento aos usuários do SUS está sendo importante para a reflexão/discussão do papel das unidades da SMSDC Rio, principalmente quanto aos seus fluxos e processos de trabalho. A CAP 3.1 tem o compromisso junto aos Gerentes e Diretores das unidades de garantir o acesso ao usuário do SUS a sua Rede de Serviços conforme preconiza os princípios da humanização.

"A proposta do acolhimento, articulada com outras propostas de mudança no processo de trabalho e gestão dos serviços (co-gestão, ambiência,clínica ampliada, programa de formação em saúde do trabalhador, direitos dos usuários e ações coletivas) é um dos recursos importantes para a humanização dos serviços de saúde. É preciso não restringir o conceito de acolhimento ao problema da recepção da demanda espontânea”, tratando-o como próprio a um regime de afetabilidade (aberto a alterações), como algo que qualifica uma relação e é, portanto,passível de ser apreendido e trabalhado em todo e qualquer encontro e não apenas numa condição particular de encontro, que é aquele que se dá na recepção. O acolhimento na porta de entrada só ganha sentido se o entendermos como uma passagem para o acolhimento nos processos de produção de saúde."
Cartilha da PNH  Acolhimento nas Práticas de Produção de Saúde - MS pág 16 

Carla Abreu, Apoiadora da CAP 3.1 
......................................................................           

Instrutivo para Apoiadores (e-mail de 7/02/2011),

1) Segue endereço para baixar o material referente a organização do Acolhimento (http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/pub_destaques.php)

2) O Caderno de Atenção Primária é uma referência-chave, tal como Cartilha de Acolhimento com Classificação de Risco do MS.

Apenas ressalto que no município vamos trabalhar com 04 níveis de prioridade clínica e não 05 como indica o Cadeno de Atenção Pimária,mas vamos manter o Protocolo de Manchester como orientador, adaptado à nossa realidade, como em muitos estados e municípios. Do ponto de vista técnico já se trabalha com essa adaptação (ver cartilhas do Ministério e outros) e além disso as UPA e Hospitais adotaram 04 níveis de prioridade, de modo que precisamos integrar as ferramentas. O Caderno é muito bom e os Protocolos por Linhas de Cuidado em processo de atualização pela Coordenação de Linhas de Cuidado da SMSDC estão baseados também no protocolo de Manchester.

3) A Carteira de Serviço deve repercutir no Plano (Ex. Material necessário para o Acolhimento com Classifcação de Risco = "MALETA" está na Carteira todos os ítens) 

4) Instrumentos (clique para baixar os arquivos):


5) Gostaria de receber na nossa reunião de Março (21/03) os dados compilados, resultado da Ficha de Gerenciamento do Acolhimento. É para serem lançados em excel, buscando gerar os cálculos.

6) Duas ferramentas são potentes: A classificação de Risco e Vulnerabildade e o Posso Ajudar (estou batalhando recursos para o Posso Ajudar e a matriz para o treinamento)

7) Peço que discutam a questão da Agenda de Atendimento ainda com foco na demanda espontânea (...). O pagamento por Performance diz que o mínimo é de 40% para demanda espontânea e 60% para programada (consultas médicas e de enfermagem). Lembrando que,para além da consulta, o Acolhimento é um atendimento e temos muitos problemas no acesso ao Acolhimento.(...)

Patrícia Albuquerque
Coordenação de Linhas de Cuidado da SMSDC 
...........................................

Contatos

Apoiadora da CAP 3.1 
Carla Abreu
Tel: 7135-8281
E-mail: carlalabreu@yahoo.com.br


Educação Permanente
3868-3770/3887-4670/3887-4693 Ramal 223