quinta-feira, 17 de março de 2011

Acolhimento e Humanização na AP 3.1

Construindo o Acolhimento na AP 3.1


A organização do Acolhimento aos usuários do SUS está sendo importante para a reflexão/discussão do papel das unidades da SMSDC Rio, principalmente quanto aos seus fluxos e processos de trabalho. A CAP 3.1 tem o compromisso junto aos Gerentes e Diretores das unidades de garantir o acesso ao usuário do SUS a sua Rede de Serviços conforme preconiza os princípios da humanização.

"A proposta do acolhimento, articulada com outras propostas de mudança no processo de trabalho e gestão dos serviços (co-gestão, ambiência,clínica ampliada, programa de formação em saúde do trabalhador, direitos dos usuários e ações coletivas) é um dos recursos importantes para a humanização dos serviços de saúde. É preciso não restringir o conceito de acolhimento ao problema da recepção da demanda espontânea”, tratando-o como próprio a um regime de afetabilidade (aberto a alterações), como algo que qualifica uma relação e é, portanto,passível de ser apreendido e trabalhado em todo e qualquer encontro e não apenas numa condição particular de encontro, que é aquele que se dá na recepção. O acolhimento na porta de entrada só ganha sentido se o entendermos como uma passagem para o acolhimento nos processos de produção de saúde."
Cartilha da PNH  Acolhimento nas Práticas de Produção de Saúde - MS pág 16 

Carla Abreu, Apoiadora da CAP 3.1 
......................................................................           

Instrutivo para Apoiadores (e-mail de 7/02/2011),

1) Segue endereço para baixar o material referente a organização do Acolhimento (http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/pub_destaques.php)

2) O Caderno de Atenção Primária é uma referência-chave, tal como Cartilha de Acolhimento com Classificação de Risco do MS.

Apenas ressalto que no município vamos trabalhar com 04 níveis de prioridade clínica e não 05 como indica o Cadeno de Atenção Pimária,mas vamos manter o Protocolo de Manchester como orientador, adaptado à nossa realidade, como em muitos estados e municípios. Do ponto de vista técnico já se trabalha com essa adaptação (ver cartilhas do Ministério e outros) e além disso as UPA e Hospitais adotaram 04 níveis de prioridade, de modo que precisamos integrar as ferramentas. O Caderno é muito bom e os Protocolos por Linhas de Cuidado em processo de atualização pela Coordenação de Linhas de Cuidado da SMSDC estão baseados também no protocolo de Manchester.

3) A Carteira de Serviço deve repercutir no Plano (Ex. Material necessário para o Acolhimento com Classifcação de Risco = "MALETA" está na Carteira todos os ítens) 

4) Instrumentos (clique para baixar os arquivos):


5) Gostaria de receber na nossa reunião de Março (21/03) os dados compilados, resultado da Ficha de Gerenciamento do Acolhimento. É para serem lançados em excel, buscando gerar os cálculos.

6) Duas ferramentas são potentes: A classificação de Risco e Vulnerabildade e o Posso Ajudar (estou batalhando recursos para o Posso Ajudar e a matriz para o treinamento)

7) Peço que discutam a questão da Agenda de Atendimento ainda com foco na demanda espontânea (...). O pagamento por Performance diz que o mínimo é de 40% para demanda espontânea e 60% para programada (consultas médicas e de enfermagem). Lembrando que,para além da consulta, o Acolhimento é um atendimento e temos muitos problemas no acesso ao Acolhimento.(...)

Patrícia Albuquerque
Coordenação de Linhas de Cuidado da SMSDC 
...........................................

Contatos

Apoiadora da CAP 3.1 
Carla Abreu
Tel: 7135-8281
E-mail: carlalabreu@yahoo.com.br


Educação Permanente
3868-3770/3887-4670/3887-4693 Ramal 223




Nenhum comentário:

Postar um comentário